Magia
Quem não acredita em magia....
Estar, mas não existir; pensar, mas não crer; sonhar, mas não rejeitar.
Olhar em frente e ver Alguém que nos faz sorrir, olhar para tudo o resto e então entender a felicidade suprema!
Numa multidão de corações vazios por vezes encontramos um cheio de alegria, como nunca antes, vemos nos olhos dessa pessoa o reflexo do nosso pensamento e no seu sorriso o regaço da nossa alma.
Não acreditamos no que o nosso sentido mais básico, a visão, nos revela, e damos um segundo olhar, mas desta vez abrindo as portas do coração...
Eis que vemos, não alguém, mas sim algo superior, de braços abertos, cuja presença nos eleva bem acima de tudo o que conhecemos. Temos que negar aos nossos sentidos, e à lógica, para conseguir realmente vislumbrar aquilo com que o mundo nos presenteou. Não sabemos o que é... Vemos, sorrimos, mas não identificamos. Sorrimos!
Olhamos, mas não cremos...
Abrimos o coração, para melhor compreender, e estupefactos, não temos reacção...
... sem ser um sorriso de orelha a orelha, e um brilho no olhar fora do comum.
Não sabemos o que é, mas sabemos que é uma droga que vicia como nenhuma outra, sabemos que queremos mais, sabemos que nos sentimos bem. Vemos um sorriso através dos nossos olhos, não pela inconstância dos sentimentos, mas pela reciprocidade!
Como por magia!
E então, duas almas, sorriem... Sorriem porque estão juntas, sorriem porque se sentem bem, sorriem porque estão unidas.
É um dos casos únicos da nossa vida em que apesar de nada nos ter sorrido anteriormente, apesar de nada nos abraçar, ou de nada nos deixar feliz, o próprio acaso se encarrega de nos presentear com a surpresa.
E então, sorrimos...
Obrigado!
Estar, mas não existir; pensar, mas não crer; sonhar, mas não rejeitar.
Olhar em frente e ver Alguém que nos faz sorrir, olhar para tudo o resto e então entender a felicidade suprema!
Numa multidão de corações vazios por vezes encontramos um cheio de alegria, como nunca antes, vemos nos olhos dessa pessoa o reflexo do nosso pensamento e no seu sorriso o regaço da nossa alma.
Não acreditamos no que o nosso sentido mais básico, a visão, nos revela, e damos um segundo olhar, mas desta vez abrindo as portas do coração...
Eis que vemos, não alguém, mas sim algo superior, de braços abertos, cuja presença nos eleva bem acima de tudo o que conhecemos. Temos que negar aos nossos sentidos, e à lógica, para conseguir realmente vislumbrar aquilo com que o mundo nos presenteou. Não sabemos o que é... Vemos, sorrimos, mas não identificamos. Sorrimos!
Olhamos, mas não cremos...
Abrimos o coração, para melhor compreender, e estupefactos, não temos reacção...
... sem ser um sorriso de orelha a orelha, e um brilho no olhar fora do comum.
Não sabemos o que é, mas sabemos que é uma droga que vicia como nenhuma outra, sabemos que queremos mais, sabemos que nos sentimos bem. Vemos um sorriso através dos nossos olhos, não pela inconstância dos sentimentos, mas pela reciprocidade!
Como por magia!
E então, duas almas, sorriem... Sorriem porque estão juntas, sorriem porque se sentem bem, sorriem porque estão unidas.
É um dos casos únicos da nossa vida em que apesar de nada nos ter sorrido anteriormente, apesar de nada nos abraçar, ou de nada nos deixar feliz, o próprio acaso se encarrega de nos presentear com a surpresa.
E então, sorrimos...
Obrigado!

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