Aurora
Tem cor, tem força, tem electricidade, tem explendor, tem magia!
Quem nunca ouviu falar das fantásticas auroras que cobrem as madrugadas das zonas nórdicas do nosso globo azul? Exercem fascínio em todos os que presenceiam esse momento: é o deleite para os fotógrafos que conseguem fotos de uma vida; é uma opurtonidade única para comunicar com um rádio até locais onde apenas se poderia sonhar; é ver o pasmar de todas as pessoas, impotentes perante tal espectáculo!
É magia, é a noite num fogo de mistério...
Quantas vezes sentimos a aurora na nossa alma? Um fogo que nos aquece por momentos, que trás toda a magia que precisamos para sorrir, mas que não sabemos quando voltará?
Erróneamente, circundamos o mesmo local durante eternidades, perdidos num reduto ínfimo, até que ao olharmos para cima vemos a esperança, contemplamo-la atentamente, e, imediatamente nos aprecebemos de que a magia está em todo o lado, mas nós não a queremos ver, por algum motivo! E mesmo quando a vemos, a magia não apareceu, o fogo não surgiu: foi criado pelo nosso sobconsciente sedento de algo mais forte do que o mundo por si só tem para oferecer!
Sorrimos, estúpidamente, quando algo mágico nos acontece, mas na realidade deviamos sorrir porque naquele momento em particular, deixamos de ser cegos!
Quem nunca ouviu falar das fantásticas auroras que cobrem as madrugadas das zonas nórdicas do nosso globo azul? Exercem fascínio em todos os que presenceiam esse momento: é o deleite para os fotógrafos que conseguem fotos de uma vida; é uma opurtonidade única para comunicar com um rádio até locais onde apenas se poderia sonhar; é ver o pasmar de todas as pessoas, impotentes perante tal espectáculo!
É magia, é a noite num fogo de mistério...
Quantas vezes sentimos a aurora na nossa alma? Um fogo que nos aquece por momentos, que trás toda a magia que precisamos para sorrir, mas que não sabemos quando voltará?
Erróneamente, circundamos o mesmo local durante eternidades, perdidos num reduto ínfimo, até que ao olharmos para cima vemos a esperança, contemplamo-la atentamente, e, imediatamente nos aprecebemos de que a magia está em todo o lado, mas nós não a queremos ver, por algum motivo! E mesmo quando a vemos, a magia não apareceu, o fogo não surgiu: foi criado pelo nosso sobconsciente sedento de algo mais forte do que o mundo por si só tem para oferecer!
Sorrimos, estúpidamente, quando algo mágico nos acontece, mas na realidade deviamos sorrir porque naquele momento em particular, deixamos de ser cegos!

1 Comments:
Adorei o ultimo paragrafo... é incrivel como ás vezes frases tão simples podem definir tao bem um caminho a seguir!! Pena nem sempre lembrarmo-nos na altura certa!
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