Venham mais cinco
É mais um dia que passa...
E mais uma vez o sol adormece, mais uma vez a lua acorda, e tudo se repete ad eternum.
Da mesma forma, mais uma vez acordo, vejo as horas passarem, mas tudo fica na mesma. A minha lua aparenta não ter fases... Simplesmente parece ser sempre noite, e sempre Lua Nova. Embora não veja no céu a luz que me há-de guiar, sei que ela lá está, mesmo que muito longe, embora não a veja.
E cada noite que passa fica mais escura: vejo mais um brilhante ponto de luz extinguir-se na imensidão da noite, e sinto em mim uma dor profunda... Como uma rosa no Outono, outrora bela, que perdeu cada uma das suas pétalas após o auge da sua vida e da sua beleza: agora está nua, só, e sem vida.
Tantas vezes me pergunto porque vão e vêm as pessoas... Porque vão e não ficam? Porque chegam a vir? Ou porque se vão embora? Sei que muitas vezes a vida assim o exige, e que nada há a fazer, mas se assim é, porque me faz isto, a Vida?
Porque me deixa mais só...?
Na maior parte das vezes apenas me resta recriar o meu mundo, e vivê-lo feliz: tocar uma bela música, passear pela noite, sentir a natureza. Tento que a minha máquina fotográfica veja o mundo da mesma forma que eu vejo, e simplesmente não consigo.
Sinto uma profunda ferida a abrir: se nem um simples objecto me compreende, porque hão-de compreender as pessoas?
E mais uma vez o sol adormece, mais uma vez a lua acorda, e tudo se repete ad eternum.
Da mesma forma, mais uma vez acordo, vejo as horas passarem, mas tudo fica na mesma. A minha lua aparenta não ter fases... Simplesmente parece ser sempre noite, e sempre Lua Nova. Embora não veja no céu a luz que me há-de guiar, sei que ela lá está, mesmo que muito longe, embora não a veja.
E cada noite que passa fica mais escura: vejo mais um brilhante ponto de luz extinguir-se na imensidão da noite, e sinto em mim uma dor profunda... Como uma rosa no Outono, outrora bela, que perdeu cada uma das suas pétalas após o auge da sua vida e da sua beleza: agora está nua, só, e sem vida.
Tantas vezes me pergunto porque vão e vêm as pessoas... Porque vão e não ficam? Porque chegam a vir? Ou porque se vão embora? Sei que muitas vezes a vida assim o exige, e que nada há a fazer, mas se assim é, porque me faz isto, a Vida?
Porque me deixa mais só...?
Na maior parte das vezes apenas me resta recriar o meu mundo, e vivê-lo feliz: tocar uma bela música, passear pela noite, sentir a natureza. Tento que a minha máquina fotográfica veja o mundo da mesma forma que eu vejo, e simplesmente não consigo.
Sinto uma profunda ferida a abrir: se nem um simples objecto me compreende, porque hão-de compreender as pessoas?

1 Comments:
Será que são os outros que te deixam ou és tu que os afastas? Porque estranhamente, para ti, o inóspito faz sentido e o vazio traz conforto…
Enviar um comentário
<< Home